PRESENÇA


Programe-se




Festa Baile - Neste sábado, dia 18, a partir das 20h, o Santana Atlético Clube realiza o tradicional baile ao som do Grupo RJ Som e Luz. A entrada custa R$ 15 e dá direito a um acompanhante e mesa. E para o dia 25, o clube da Vila Santana promove, a partir das 20h, a Noite Sertaneja Universitária, com Jhoonys & Banda. Os convites antecipados custam R$ 10 por pessoa e, no dia do evento, R$ 15.
Mais informações podem ser obtidas pelos telefones 3017-9294 e 9.8804-5301. O clube fica na rua Borba Gato, 276, na Vila Santana.


Noite de flash back



Que tal relembrar um pouco o que foi a agitação musical dos anos 80 e 90? Pois é, o Clube de Campo Sorocaba realiza neste sábado, dia 18, das 21h às 2h, no salão nobre, a já tradicional noite do Flash Back. Para trazer à tona a efervescência musical de uma época comparada aos anos 70 devido à sua importância social, o som, para não deixar ninguém parado, ficará por conta da Banda 4K e do DJ Rica Amaral.

Ainda durante a noite será servido um jantar pelo buffet Junior Mello, com cardápio bem variado, que inclui desde caldo mineiro, escondidinho de abóbora com carne seca, maravilha de queijo, salada ceasar na taça, entre outros, além de brownie com sorvete como sobremesa e café com petit four variados.

Os convites para associados custam R$ 110 e convidados, R$ 160. As reservas podem ser realizadas no Departamento Social. Outras informações pelo telefone 3388-9021. O Clube de Campo Sorocaba fica na avenida Engenheiro Carlos Reinaldo Mendes, 1.761, no Alto da Boa Vista.


'Sorocoisas - Manual de Sorocaba para Principiantes'



O jornalista, publicitário e humorista Celso Marvadão Ribeiro lançou na última sexta-feira, na Associação Comercial de Sorocaba (Acso), seu terceiro livro: "Sorocoisas - Manual de Sorocaba para Principiantes". A obra, que tem coautoria da professora doutora Denise Lemos Gomes, coordenadora do Curso de Letras da Universidade de Sorocaba (Uniso), prefácio do professor Aldo Vannucchi e charges de Walter Martins, reúne 60 textos inéditos que procuram "traduzir as linguagens, as coisas típicas, os usos e costumes de Sorocaba, por meio da observação jornalística e folclórica, numa narrativa em tom humorístico", conforme o próprio autor.

Também com fotos marcantes, o livro apresenta Sorocaba como se fosse um guia de boas-vindas aos visitantes-leitores. Os admiradores do Marvadão, que sempre o acompanharam na coluna "Sapo N"água" e na página "Segundão do Marvadão", encontrarão também nessa obra as explicações para expressões típicas dos sorocabanos, como "ché", "filãozinho", "chovendinho", entre outras.

Natural de Rio das Antas (SC), Celso Ribeiro afirma que o livro é também uma declaração de amos bem-humorada para a cidade que o acolheu. A noite de autógrafos contou ainda com performance da contadora de história Monisa Maciel e presença dos músicos e intérpretes Jurema Nascimento e Nilton Leal.


"Yby Soroc", de Pedro Lopes, no Macs




Foi aberta oficialmente na última quinta-feira, no Museu de Arte Contemporânea de Sorocaba (Macs), a exposição inédita do artista plástico sorocabano Pedro Lopes. "Yby Soroc", que significa "terra rasgada" em tupi, é composta por vinte painéis de grandes dimensões (2,50 por 1,90 metros), produzidos entre 2000 e 2005, que retratam cronologicamente a história de Sorocaba. A mostra, que faz parte da programação dos 364 anos de Sorocaba, segue até 6 de outubro, com entrada gratuita e horário de visitação de terça a sexta, das 10h às 17h e aos sábados e feriados, das 10h às 15h.

"Satisfação inenarrável" é o sentimento expressado por Pedro Lopes, que classificou o próprio trabalho além da arte, considerando também a finalidade educativa e cultural, além de enaltecer Sorocaba e o desejo das pessoas se identificarem com a cidade. O resgate da história foi também enfatizado pelo secretário de Cultura do Estado de São Paulo, Romildo Campello, que prestigiou a abertura da mostra. Segundo ele, é necessário mostrar que o tropeirismo não se restringia a apenas andar de mulas, mas sim a um desenvolvimento social, passando do século 16 para o 19, com a chegada da ferrovia, e num terceiro ciclo, a cidade vista como pólo industrial. Com uma visão ainda mais ampla, Romildo Campello incluiu também o Macs como ciclo do século 21, agregando arte, cultura, e tecnologia.

O museólogo e curador da mostra, Fábio Magalhães, descreve "Yby Soroc" como uma prova de amor à cidade de Sorocaba. "Trata-se de uma mostra de grande fôlego. O artista desenvolveu 20 painéis de uma pintura muito densa, com grande quantidade de informações, que retrata desde o século XVI até o atual. Inclui não apenas o esforço de pintura, em razão do tamanho das telas, mas também o trabalho como historiador, em que Pedro Lopes entende e interpreta importantes personagens da história sorocabana e brasileira. Além disso, a exposição também se relaciona com a história da arte, quando dialoga com artistas de vários períodos. É uma declaração de amor à Sorocaba, não um amor passivo, mas, sim, um amor que questiona e debate, sendo essa percepção evidenciada por meio dos elementos gráficos contidos sobre as telas, como se o pintor estivesse questionando a própria história que ele conta e fazendo com que ela seja pensada e discutida pelo público", comentou.

O secretário de Cultura e Turismo de Sorocaba, Werinton Kermes, destacou a importância desse presente entregue pelo artista e o museu ao município. "Foi a nossa história que o pintor escolheu retratar. É um privilégio para Sorocaba ter o MACS e a participação das obras de Pedro Lopes."

Para a presidente do Macs, Cristina Delanhesi, a exposição é um presente para Sorocaba "porque é um tratado de autoestima da cidade". Após o termino da exposição, o museu deverá firmar um termo de parceria com a Prefeitura de Sorocaba, para que essas obras fiquem sob a guarda da instituição. O Macs fica na avenida Afonso Vergueiro, 280, ao lado da antiga Estação Ferroviária de Sorocaba. Outras informações podem ser obtidas pelo telefone: 3233-1692 ou site: www.macs.org.br.


Vila dos Velhinhos inaugura nova ala




Foi inaugurada no último sábado, dia 11, a ampliação da ala particular da Vila dos Velhinhos. A obra, realizada em sete meses, teve como principal colaboração a verba recebida dos supermercados Tauste, a partir da arrecadação da venda da ação "Panetone Solidário". O espaço, que antes contava com 16 suítes, agora soma 24, cada qual com 25 metros quadrados e todas equipadas inclusive com cozinhas. Ao todo, a entidade tem capacidade para acolher 89 idosos, distribuídos em 54 residências.

Na entrega da obra -- que antecedeu um almoço, cujo cardápio foi o mesmo dos residentes -- o presidente da Vila dos Velhinhos, Silvio Cariani, destacou a colaboração do vice-presidente do Conselho de Administração da Fundação Ubaldino do Amaral (FUA), Laelso Rodrigues, por ter viabilizado a parceria com os supermercados Tauste, representado na cerimônia pelo gerente de lojas Vanderlei Chini Júnior e que, na ocasião, recebeu diplomas de colaborador benemérito oferecidos em nome da empresa e de Guilherme Rodrigues da Cunha, gerente de Ação Social da rede de supermercados.

Ainda em sua manifestação, Sílvio Cariani falou sobre a qualidade de vida permitida aos idosos na entidade, enfatizando que "são livres para transitar, têm conforto, acessibilidade, vivendo todos num conceito mais moderno". Também presente à solenidade, o presidente da Loja Maçônica Perseverança III, Hélio Sola Aro, ressaltou a importância de todos os apoiadores. Também colaboraram com a obra a Madcentro, Marcenaria Exclusive e Cobrecom Cabos Elétricos.

Vanderlei Chini Júnior, gerente de lojas do Tauste, também falou da satisfação pela colaboração por uma causa tão nobre, que é a preocupação com a terceira idade. Ele disse ainda que "se a população ajuda os supermercados, nada mais certo em reverter isso também para as pessoas", salientando, porém, que a rede só associa seu nome a entidades sérias e com credibilidade, como a Vila dos Velhinhos.

Moradoras

A nova ala particular recebeu as primeiras moradoras ainda no sábado. As irmãs Adelina, Aurora e Ana Maria Lázaro, respectivamente com 85, 83 e 82 anos, que antes moravam na Vila Hortência, disseram que agora, "nessa idade queremos viver tranquilas", conforme explicou Aurora Lázaro, lembrando que nenhuma se casou e nem tiveram filhos.

Conhecido por ser o responsável pelos discursos na Vila dos Velhinhos, Davi Cubas, 79 anos, residente há seis anos no local, disse que "minha família é essa daqui", se referindo a todos colaboradores da entidade. A primeira-dama Lilian Crespo, que representou o prefeito José Crespo (DEM), se disse defensora desse tipo de trabalho e classificou a ampliação como "um presente para a cidade".

Participaram ainda da entrega da obra César Augusto Ferraz dos Santos, vice-presidente da Vila dos Velhinhos e presidente do Conselho de Administração da FUA, Valdir Euclides Buffo Júnior e Miguel Stevan Nogueira Mora, respectivamente presidente e vice-presidente do Conselho Superior da FUA, Luiz Antonio Zamuner, do Conselho Editorial, Archimedes Alvarenga da Silva e José Augusto Marinho Mauad, ambos do Conselho Consultivo, entre outros conselheiros, além de Hudson Zuliani, secretário de Licitações e Contratos de Sorocaba.